Nota de esclarecimento aos alunos e consumidores

A LTFLIBERAÇÃO TECIDUAL FUNCIONAL® é um con­ceito de tra­ta­mento ma­nual ini­ci­ado em 1995, du­rante mi­nha gra­du­a­ção em fi­si­o­te­ra­pia. Na época, uma ge­nuína cri­a­ção, fruto de es­tudo ci­en­tí­fico ge­ra­dor de téc­ni­cas fi­si­o­te­ra­pêu­ti­cas es­pe­cí­fi­cas, uti­li­za­das em fi­bro­ses, ade­rên­cias e ci­ca­tri­zes.

Desde en­tão, a LTF® vem sendo apri­mo­rada e atu­a­li­zada por mim, de acordo com no­vos es­tu­dos, for­ma­ções e ex­pe­ri­ên­cias clí­ni­cas vi­ven­ci­a­das.

Nos úl­ti­mos 10 anos, com os avan­ços nas áreas de pes­quisa em me­ca­no­bi­o­lo­gia e neu­ro­fi­si­o­lo­gia da ci­ca­tri­za­ção, com gran­des in­ves­ti­men­tos, in­clu­sive fi­nan­cei­ros, foi pos­sí­vel ajus­tar a abor­da­gem ini­cial, ob­tendo re­sul­ta­dos ainda mais efi­ca­zes.

E, por força do amor ao en­sino e da von­tade de pro­pa­gar o co­nhe­ci­mento, desde 2002 pas­sei a di­vul­gar e en­si­nar a LTF® em cur­sos sob ne­ces­sá­rios cri­té­rios de se­le­ção, res­tri­tos aos fi­si­o­te­ra­peu­tas, com toda a ética que nor­teia nos­sos de­ve­res e, ex­clu­si­va­mente, para uso em seus res­pec­ti­vos pa­ci­en­tes, sem ne­nhuma au­to­ri­za­ção de vín­culo ao meu tra­ba­lho ou para re­pro­du­ção, do todo ou em parte, muito me­nos, por ób­vio, qual­quer tipo de imi­ta­ção que possa in­du­zir con­fu­são.

Ao longo des­ses anos, tive a fe­li­ci­dade de ex­pli­car a LTF® para cen­te­nas de alu­nos para que pu­des­sem, sob o con­tato com esta abor­da­gem e al­gu­mas di­re­tri­zes com­pro­mis­sa­das, im­ple­men­tar os aten­di­men­tos como es­pe­ci­a­lis­tas que são, in­clu­sive nos seus con­sul­tó­rios re­gis­tra­dos, ja­mais gra­vando quem quer fosse ao meu nome ou cri­a­ção.

Ou seja, efe­ti­va­mente, nunca houve au­to­ri­za­ção para vín­cu­los, muito me­nos for­ma­ção para le­ci­o­nar atra­vés da­que­les cur­sos que mi­nis­trei.

Infelizmente, al­guns alu­nos ja­mais vol­ta­ram para a de­vida atu­a­li­za­ção e so­mente co­nhe­cem a ver­são de mais de 10 anos pas­sa­dos, não acom­pa­nhando a evo­lu­ção das pes­qui­sas e, por con­se­guinte, pre­ten­dendo va­li­dar co­nhe­ci­men­tos ul­tra­pas­sa­dos.

Outros, ape­nas le­ram so­bre ela e se acham ap­tos a aplicá‐la.

E, há ainda, aque­les que di­vul­gam em seus si­tes a pro­pa­ganda uti­li­zando in­de­vi­da­mente pro­pri­e­dade que não lhes per­tence.

Note‐se que, no auge dos ab­sur­dos, quando mui­tos que ja­mais fi­ze­ram o curso di­vul­ga­vam que atu­a­vam com a LTF®, fui ori­en­tada a per­fa­zer o REGISTRO, não so­mente para sal­va­guar­dar seus prin­cí­pios di­ante da enorme ba­na­li­za­ção de pes­soas que não fa­ziam a me­nor idéia do que se tra­tava a abor­da­gem, mas, tam­bém, para pre­ser­var a co­mer­ci­a­li­za­ção ilí­cita do meu tra­ba­lho, fruto de anos e anos de es­tudo e de­di­ca­ção.

Muitas ve­zes, ainda as­sim, exis­tem os que unem to­das as gra­ves e da­no­sas con­du­tas acima, ao ponto de se­rem Notificados por de­par­ta­mento ju­rí­dico, ins­ta­dos para absterem‐se de prá­ti­cas que são da­no­sas para mui­tos, fe­rindo não só os meus di­rei­tos como al­can­çando aque­les dos pa­ci­en­tes, con­su­mi­do­res.

Ou seja, a marca LTF® que atu­al­mente é re­fe­ren­ci­ada por ci­rur­giões plás­ti­cos de todo o Brasil – in­clu­sive ci­tada nos con­gres­sos de ci­rur­gias plás­ti­cas como o mais efe­tivo tra­ta­mento para fi­bro­ses e ade­rên­cias – de­vido a con­duta abu­siva, ga­nan­ci­osa e ne­gli­gente de mui­tos co­le­gas, vem so­frendo con­sequên­cias e pre­juí­zos que res­va­lam, in­clu­sive, para o meu bom nome.

Portanto, re­a­firmo que a LTFLIBERAÇÃO TECIDUAL FUNCIONAL® está de­vi­da­mente re­gis­trada no INPI sob nú­mero 909413711, sob mi­nha pro­pri­e­dade in­te­lec­tual ex­clu­siva, sendo certo que sua uti­li­za­ção in­de­vida está su­jeita aos re­pa­ros nas es­fe­ras cí­vel e cri­mi­nal, não so­mente em aten­ção a Lei 9279/96 – Lei de Propriedade Industrial, bem como ao Código Penal vi­gente, in­clu­sive al­can­çando a ve­da­ção de em­prego de téc­ni­cas idên­ti­cas ou se­me­lhan­tes com ob­je­tivo de con­fun­dir e pro­mo­ver even­tual apro­vei­ta­mento in­de­vido do pres­tí­gio, na cap­ta­ção de pa­ci­en­tes ve­dada pelo Código Ético in­clu­sive, sob a ado­ção do co­nhe­ci­mento para uso que não foi per­mi­tido.

Sabemos que o re­gis­tro da marca não foi su­fi­ci­ente para frear as gra­ves fal­tas éti­cas e as atra­ções de mar­ke­ting de em­bos­cada, muito me­nos aque­las que ado­tam a di­vul­ga­ção dos meus tex­tos (ou parte de­les), tra­zendo como ‘seus’, sob todo o tipo de ex­pe­di­ente, dis­tor­cendo por toda a sorte de atos a marca que re­pre­senta a se­ri­e­dade do meu tra­ba­lho e todo o meu pa­trimô­nio in­te­lec­tual

Não su­fi­ci­ente, a cada passo, en­fren­ta­mos uma sé­rie de pro­pa­ga­ções da­no­sas em mí­dias so­ci­ais, im­pos­sí­veis de se­rem afas­ta­das an­tes que pos­sam pro­du­zir seus ma­le­fí­cios, pro­mo­vi­das in­clu­sive por quem, vi­si­vel­mente, es­pera gal­gar pa­ta­ma­res ao pro­vo­car a ne­ces­si­dade da mi­nha re­a­ção.

Portanto, não so­mente es­ta­mos pro­mo­vendo uma sé­rie de no­vas di­re­tri­zes para que pos­sa­mos im­plan­tar exa­mes de apro­va­ção, teó­ri­cos e prá­ti­cos, com atu­a­li­za­ções e cer­ti­fi­ca­dos, como atu­a­re­mos de forma com­ba­tiva, sob as me­di­das ju­di­ci­ais e re­que­ri­men­tos da fis­ca­li­za­ção fun­ci­o­nal, con­forme as di­re­tri­zes de nos­sos de­par­ta­men­tos ju­rí­dico, quer da área em­pre­sa­rial, quer da área da res­pon­sa­bi­li­dade ci­vil ou cri­mi­nal.

Todos os es­for­ços, com cer­teza, re­sul­ta­rão no apri­mo­ra­mento pro­fis­si­o­nal, no for­ta­le­ci­mento da marca e, em no­vos cri­té­rios que irão mantê‐la di­fe­ren­ci­ada das de­mais abor­da­gens, des­ta­cando a LTF® não como mais uma “téc­nica da moda” (na fi­na­li­dade co­mer­cial) mas, sim, uma pro­mo­ção da ci­ên­cia ao ser­viço dos va­lo­res da fi­si­o­te­ra­pia, por ver­da­dei­ros fi­si­o­te­ra­peu­tas, sob o selo de qua­li­dade que é re­co­nhe­cido por mé­di­cos e pa­ci­en­tes.

Meu com­pro­misso é es­tar to­tal­mente de­di­cada em for­mar fi­si­o­te­ra­peu­tas que qui­se­rem apren­der, re­ver­tendo em fa­vor de to­dos que pre­en­che­rem os re­qui­si­tos e fir­ma­rem o com­pro­misso mo­ral e ético ne­ces­sá­rio, a me­lhor téc­nica do meu tra­ba­lho cons­truído nos úl­ti­mos 23 anos, com muito es­tudo e in­ves­ti­mento, es­pe­rando de­les, as­sim, igual de­di­ca­ção.

Quem qui­ser, sem­pre, es­tará co­migo! Temos muito tra­ba­lho a fa­zer.

Um abraço,

Mariane Altomare