Nota de esclarecimento aos alunos e consumidores

LIBERAÇÃO TECIDUAL FUNCIONAL

Esta de­no­mi­na­ção foi cri­ada pela dra. Mariane Altomare logo após sua fa­cul­dade de fi­si­o­te­ra­pia, co­nhe­cendo so­bre fás­cias e pom­pa­gens, a LTF foi ide­a­li­zada a prin­cí­pio com ba­ses na “li­be­ra­ção mi­o­fas­cial” e con­sis­tia na época em apli­car ten­sões con­tí­nuas e pro­lon­ga­das nos te­ci­dos para pro­vo­car re­or­ga­ni­za­ção das fi­bras. Esta uti­li­za­ção caiu por terra há al­guns anos, quando sur­gi­ram as pes­qui­sas na área de me­ca­no­bi­o­lo­gia dos te­ci­dos e as­sim, a LTF so­freu seus pri­mei­ros “ajus­tes” para se tor­nar de­vi­da­mente atu­a­li­zada e por­tanto, mais efe­tiva. Na sequên­cia dos seus es­tu­dos, a dra Mariane se­guiu se apri­mo­rando e re­a­li­zando di­ver­sas for­ma­ções na área da te­ra­pia ma­nual or­to­pé­dica e fo­ram ne­ces­sá­rios no­vos ajus­tes, uma vez que o es­tudo da neu­ro­fi­si­o­lo­gia – e dos ner­vos pe­ri­fé­ri­cos e cu­tâ­neos – se faz ex­tre­ma­mente re­le­vante para os tra­ta­men­tos pro­pos­tos.

Atualmente, a LTF con­siste em uti­li­zar di­ver­sos con­cei­tos da te­ra­pia ma­nual or­to­pé­dica, apli­ca­dos es­pe­ci­fi­ca­mente aos te­ci­dos ci­ca­tri­ci­ais, tendo como base os es­tu­dos da me­cano e da neu­ro­fi­si­o­lo­gia da ci­ca­tri­za­ção.

Com to­das es­sas ca­rac­te­rís­ti­cas, fez-se ne­ces­sá­rio tam­bém, ajus­tar a de­fi­ni­ção deste con­ceito.

Estratégia é uma pa­la­vra com ori­gem no termo grego stra­te­gia, que sig­ni­fica plano, mé­todo, ma­no­bras ou es­tra­ta­ge­mas usa­dos para al­can­çar um ob­je­tivo ou re­sul­tado es­pe­cí­fico.

Portanto, a LTF se de­fine como uma es­tra­té­gia de tra­ta­mento ma­nual com ob­je­tivo de equi­li­brar o am­bi­ente me­ca­no­bi­o­ló­gico te­ci­dual e res­tau­rar o des­li­za­mento en­tre as in­ter­fa­ces te­ci­du­ais, de­vol­vendo a fun­ci­o­na­li­dade.

A LTF res­peita a me­cano e a neu­ro­fi­si­o­lo­gia da ci­ca­tri­za­ção, foi de­sen­vol­vida por fi­si­o­te­ra­peuta para fi­si­o­te­ra­peu­tas, está ba­se­ada nos prin­cí­pios da te­ra­pia ma­nual or­to­pé­dica e pode ser uti­li­zada em qual­quer es­pe­ci­a­li­dade da fi­si­o­te­ra­pia.

O tra­ta­mento com a LTF® é re­a­li­zado de acordo com uma cri­te­ri­osa ava­li­a­ção in­di­vi­dual e pode ser uti­li­zado de di­ver­sas for­mas, sem­pre com a in­di­ca­ção es­pe­cí­fica. Podendo ser 1 a 2 ve­zes por se­mana, de 15 em 15 dias, até 1 vez ao mês, de acordo com cada si­tu­a­ção. Essa va­ri­a­ção de tempo en­tre as apli­ca­ções é im­por­tante para que o te­cido te­nha tempo ade­quado de res­pon­der ao es­tí­mulo que a téc­nica pro­move.

Fibroses que fo­ram tra­ta­das com re­cur­sos que au­men­tam a sín­tese de co­lá­geno ou que são muito agressivos/traumáticos para os te­ci­dos ge­ral­mente pre­ci­sam de um es­paço maior en­tre as ses­sões.

Indivíduos em uso de subs­tân­cias que au­men­tam a sín­tese de co­lá­geno (ana­bo­li­zan­tes, fór­mu­las mé­di­cas, etc) tam­bém apre­sen­tam um tempo di­fe­ren­ci­ado para a re­so­lu­ção das fi­bro­ses, uma vez que a LTF® é uma força apli­cada ex­ter­na­mente e não pode ven­cer um es­tí­mulo en­dó­geno.

A in­di­ca­ção prin­ci­pal da Liberação Tecidual Funcional – LTF® é em pós-operatórios de ci­rur­gias plás­ti­cas, onde os te­ci­dos so­frem um dano es­tru­tu­ral e evo­luem com a for­ma­ção de te­cido ci­ca­tri­cial (com es­tru­tura al­te­rada) que ne­ces­sita ser re­or­ga­ni­zado para que se ob­te­nha re­sul­ta­dos es­té­ti­cos e fun­ci­o­nais. Porém ela vem cada dia se mos­trando efi­caz nas mais di­ver­sas áreas da fi­si­o­te­ra­pia quando iden­ti­fi­ca­das li­mi­ta­ções fun­ci­o­nais (neu­ro­mi­o­ar­ti­cu­la­res) de­cor­ren­tes da pre­sença de ci­ca­tri­zes, fi­bro­ses e ade­rên­cias.

Vale lem­brar que a es­tru­tura do te­cido ci­ca­tri­cial é for­mada por de­po­si­ção ex­ces­siva dos com­po­nen­tes da ma­triz ex­tra­ce­lu­lar – prin­ci­pal­mente o co­lá­geno – e tra­ta­men­tos que te­nham seu efeito fi­si­o­ló­gico em in­cen­ti­var a sín­tese de co­lá­geno, na ver­dade es­ta­rão for­mando ainda mais te­cido ci­ca­tri­cial, pro­du­zindo ainda mais fi­bro­ses. O tra­ta­mento efe­tivo (pro­posto pela LTF®) se dá atra­vés da nor­ma­li­za­ção do am­bi­ente me­ca­no­bi­o­ló­gico te­ci­dual (equi­lí­brio de car­gas me­câ­ni­cas instrínsecas- tam­bém cha­mado off-loading), sem pro­vo­car a sín­tese, sem dor (res­pei­tando a neu­ro­fi­si­o­lo­gia) para es­ti­mu­lar res­pos­tas adap­ta­ti­vas do or­ga­nismo, con­du­zindo ao pro­cesso de cura e de­vo­lu­ção da mo­bi­li­dade e fun­ci­o­na­li­dade, al­can­çando as­sim, o re­sul­tado es­pe­rado.

Uma vez que o ci­rur­gião e o pa­ci­ente per­ce­bam os re­sul­ta­dos de um tra­ta­mento ade­quado, a fi­si­o­te­ra­pia torna-se pra­ti­ca­mente obri­ga­tó­ria e as­sim, um com­ple­mento in­dis­pen­sá­vel para o su­cesso da ci­rur­gia.

Desde sua ide­a­li­za­ção até os dias de hoje, a LTF® pas­sou por di­ver­sos ajus­tes, sendo apri­mo­rada e aper­fei­ço­ada a cada novo co­nhe­ci­mento ad­qui­rido na vasta prá­tica clí­nica e nas cons­tan­tes for­ma­ções re­a­li­za­das por sua ide­a­li­za­dora, a dra Mariane Altomare.

Infelizmente, mui­tos pro­fis­si­o­nais ines­cru­pu­lo­sos uti­li­zam o nome LTF® em suas prá­ti­cas clí­ni­cas, mas ape­nas le­ram so­bre a téc­nica, sem se­quer ter par­ti­ci­pado de um curso, sem ter no­ção do que a téc­nica pre­co­niza. Muitos ainda re­a­li­za­ram o curso há mui­tos anos e ainda uti­li­zam con­cei­tos ul­tra­pas­sa­dos.

Lembramos ainda que a LTF® só é en­si­nada pela dra. Mariane em cur­sos ex­clu­si­vos para fi­si­o­te­ra­peu­tas.

Para sal­va­guar­dar a efi­cá­cia da téc­nica, a marca LTFLIBERAÇÃO TECIDUAL FUNCIONAL® é de­vi­da­mente re­gis­trada no INPI sob nú­mero 909413711 de pro­pri­e­dade in­te­lec­tual ex­clu­siva da Dra. Mariane Altomare, sendo certo que sua uti­li­za­ção in­de­vida será pu­nida nas es­fe­ras cí­vel e cri­mi­nal, em aten­ção a Lei 9279/96 – Lei de Propriedade Industrial, bem como ao Código Penal vi­gente.

Nenhum pro­fis­si­o­nal de ou­tra área está ha­bi­li­tado para uti­li­zar este re­curso.
Veja no link “Onde fa­zer” o pro­fis­si­o­nal cre­den­ci­ado mais pró­ximo de sua ci­dade.